O que é?

A célula-tronco possui capacidade única de se transformar e gerar células dos mais diversos tecidos e partes do corpo, como o tecido nervoso, o muscular e o ósseo. Desde que o primeiro transplante com células-tronco do sangue de cordão umbilical foi realizado, em 1988, com excelentes resultados, a medicina não parou mais de estudar as propriedades dessas células. Hoje, a terapia celular já é uma realidade. Célula-tronco é uma célula especial que apresenta três características principais:

  • Não é especializada como as células que constituem o coração, o cérebro, os ossos e outros tecidos. É uma célula que os médicos chamam de indiferenciada.
  • É capaz de se multiplicar gerando outras células idênticas à original, portanto, apresenta capacidade de autorreplicação.
  • A célula-tronco tem a capacidade de se transformar em outras células especializadas. Isso, para a medicina, chama-se “capacidade de transdiferenciação”.
  • Exatamente pela capacidade de multiplicação e diferenciação, a célula-tronco representa esperança de cura, já que vem sendo usada no tratamento de doenças. As células-tronco do corpo humano podem ser classificadas como adultas (também chamadas do tecido humano já formado) ou embrionárias (encontradas na fase de desenvolvimento do embrião). Pela capacidade de multiplicação e diferenciação, a célula-tronco representa esperança de cura, já que vem sendo usada no tratamento de doenças.

  • Embrionárias são aquelas obtidas a partir de processos de fecundação artificial em laboratórios, quando são gerados embriões para posterior implantação no útero materno. A utilização dessas células embrionárias em pesquisas é um tema polêmico por envolver questões de ordem religiosa e ética. É importante frisar que as células-tronco coletadas a partir do sangue ou do tecido do cordão umbilical do bebê não são células embrionárias, mas sim células-tronco adultas, cuja definição veremos a seguir. Elas estão, portanto, à margem de discussões de ordem ética ou religiosa.
  • Células-tronco adultas, ou do tecido humano já formado, podem ser obtidas de diferentes tecidos, sendo as fontes mais conhecidas a medula óssea, o sangue e o tecido do cordão umbilical.
  • Entre as células-tronco adultas, atualmente as mais conhecidas e utilizadas rotineiramente no tratamento de doenças são as que geram as células do sangue, também chamadas de células-tronco hematopoiéticas. Hoje, elas já tratam cerca de 80 doenças do sangue.

  • Outro grupo de células-tronco adultas que tem sido muito estudado atualmente são as chamadas células-tronco mesenquimais, encontradas em maior quantidade no tecido do cordão umbilical. Devido a sua grande capacidade de diferenciação elas vêm apresentando resultados promissores para o tratamento de outras 200 doenças, como infarto agudo do miocárdio, Parkinson.
  • Células-tronco adultas, ou do tecido humano já formado, podem ser obtidas de diferentes tecidos, sendo as fontes mais conhecidas a medula óssea, o sangue e o tecido do cordão umbilical.

Entre as células-tronco adultas, atualmente as mais conhecidas e utilizadas rotineiramente no tratamento de doenças são as que geram as células do sangue, também chamadas de células-tronco hematopoiéticas. Hoje, elas já tratam cerca de 80 doenças do sangue. Outro grupo de células-tronco adultas que tem sido muito estudado atualmente são as chamadas células-tronco mesenquimais, encontradas em maior quantidade no tecido do cordão umbilical. Devido a sua grande capacidade de diferenciação elas vêm apresentando resultados promissores para o tratamento de outras 200 doenças, como infarto agudo do miocárdio, Parkinson.

Aplicações Terapêuticas

As células-tronco representam esperança de cura e tratamento de doenças O primeiro transplante com células-tronco do sangue de cordão umbilical foi realizado em 1988, no Hospital St Louis, em Paris, em uma criança de três anos de idade portadora de uma Anemia de Fanconi. O procedimento foi um sucesso e um marco para a medicina, a ciência e as inúmeras pesquisas que ainda hoje estão em desenvolvimento. Várias pesquisas clínicas em desenvolvimento estudam o uso de células-tronco no tratamento de doenças como diabetes, Mal de Alzheimer, Parkinson, epilepsia, entre outras.

A utilização já comprovada e os resultados promissores dos novos estudos não deixam dúvidas sobre a importância de preservar as células-tronco do sangue e do tecido do cordão umbilical, especialmente para filhos de pais com histórico na família de doenças já tratadas pelo uso das células-tronco.

As doenças listadas abaixo já são tratadas com transplante de células-tronco hematopoiéticas, encontradas em maior quantidade no sangue do cordão umbilical. São tratamentos de terapia celular padrão, já utilizados rotineiramente no tratamento de doenças. Para algumas doenças, o transplante de célula-tronco é a única terapia, e em outras ele é empregado apenas quando as terapias de linha de frente falharam ou a doença é muito agressiva.

  • Terapias Padrão

    As doenças listadas abaixo já são tratadas com transplante de células-tronco hematopoiéticas, encontradas em maior quantidade no sangue do cordão umbilical. São tratamentos de terapia celular padrão, já utilizados rotineiramente no tratamento de doenças. Para algumas doenças, o transplante de célula-tronco é a única terapia, e em outras ele é empregado apenas quando as terapias de linha de frente falharam ou a doença é muito agressiva.

    Leucemia Aguda

    1. Leucemia linfoblástica aguda (LLA)
    2. Leucemia mielóide aguda (LMA)
    3. Leucemia aguda bifenotípica
    4. Leucemia aguda Indiferenciada

    Leucemia Crônica

    5. Leucemia mielóide crônica (LMC)
    6. Leucemia linfocítica crônica (LLC)
    7. Leucemia mielóide crônica juvenil (JCML)
    8. Leucemia mielomonocítica juvenil (JMML)

    Síndromes mielodisplásicas ( Mielodisplasia, às vezes é chamada de pré-leucemia)

    9. Anemia refratária (AR)
    10. Anemia refratária com sideroblastos em anel (ARSA)
    11. Anemia refratária com excesso de blastos (AREB)
    12. Anemia refratária com excesso de blastos em transformação (AREB-T)
    13. Leucemia mielomonocítica crônica (LMMC)

    Linfomas

    14. Linfoma de Hodgkin
    15. Linfoma não-Hodgkin ( linfoma de Burkitt )

    Anemias (anemia é uma deficiência ou malformação de células vermelhas)

    16. Anemia aplástica
    17. Anemia diseritropoiéticos congênita
    18. Anemia de Fanconi
    19. Hemoglobinúria paroxística noturna (PNH)
    20. Aplasia pura de células vermelhas

    Alterações herdadas de glóbulos vermelhos

    21. Beta talassemia major
    22. Anemia de Blackfan-Diamond
    23. Aplasia pura de células vermelhas
    24. Doença Falciforme

    Anormalidades herdadas de plaquetas

    25. Trombocitopenia congênita
    26. Trombastenia de Glanzmann

    Doenças hereditárias do sistema imunológico – Imunodeficiência Severa Combinada (SCID)

    27. SCID com deficiência em adenosina deaminase (ADA-SCID)
    28. SCID ligada ao X
    29. SCID com ausência de células T & B
    30. SCID com ausência de células T, células B normais
    31. Síndrome Omenn

    Doenças hereditárias do sistema imunitário – neutropenias

    32. Síndrome de Kostmann
    33. Mielocatexia

    Doenças hereditárias do sistema imunitário – outras

    34. Ataxia-telangiectasia
    35. Síndrome do linfócitos nu
    36. Imunodeficiência comum variável
    37. Síndrome de DiGeorge
    38. Linfo hemofagocítica
    39. Deficiência de adesão leucocitária
    40. Transtornos Linfoproliferativos (LPD)
    41. Desordem linfoproliferativa ligada ao X
    42. Síndrome de Wiskott-Aldrich

    Distúrbios mieloproliferativos

    43. Mielofibrose aguda
    44. Metaplasia mielóide idiopática (mielofibrose)
    45. Policitemia Vera
    46. Trombocitemia essencial

    Distúrbios dos fagócitos

    47. Síndrome de Chediak-Higashi
    48. Doença granulomatosa crônica
    49. Deficiência de actina nos neutrófilos
    50. Disgenesia reticular

    Câncer de medula óssea

    51. Mieloma Múltiplo
    52. Leucemia de células plasmáticas
    53. Macroglobulinemia Waldenstrom

    Doenças hereditárias que afetam o sistema imunitário e outros órgãos

    54. Hipoplasia cartilagem – cabelo
    55. Doença de Gunther (porfiria eritropoiética)
    56. Síndrome de Hermansky-Pudlak
    57. Síndrome de Pearson
    58. Síndrome de Shwachman-Diamond
    59. Mastocitose sistêmica

    Doenças hereditárias do metabolismo

    60. Mucopolissacaridoses (MPS)
    61. Síndrome de Hurler (MPS-IH)
    62. Scheie (MPS-IS)
    63. Síndrome de Hunter (MPS-II)
    64. Síndrome de Sanfilippo (MPS-III)
    65. Morquio Síndrome (MPS-IV)
    66. Síndrome de Maroteaux-Lamy (MPS-VI)
    67. Síndrome de Sly, beta-glucuronidase Deficiência (MPS-VII)
    68. Mucolipidose II (i-Cell Disease)

    Distúrbios leucodistróficos

    69. Adrenoleucodistrofia (ALD) / adrenomieloneuropatia (AMN)
    70. Doença de Krabbe (Leucodistrofia celular globóide)
    71. Leucodistrofia Metacromática
    72. Pelizaeus-Merzbacher

    Doenças por armazenamento dos lisossomos

    73. Doença de Niemann-Pick
    74. Doença de Sandhoff
    75. Doença de Wolman

    Desordens metabólicas hereditárias – Outros

    76. Síndrome de Lesch-Nyhan
    77. Osteopetrose

    Tumores sólidos que não sejam originários do sangue ou do sistema imunológico

    78. Neuroblastoma
    79. Retinoblastoma

  • Terapias em ensaios clínicos

    Estas são doenças para as quais os tratamentos com células-tronco parecem ser benéficos, mas ainda não foram adotados como terapia padrão. Para algumas destas doenças, os transplantes de células-tronco apenas retardam a progressão da doença, mas não produzem a cura. Para outras, os tratamentos de doenças com célula-tronco podem ajudar a efetuar uma cura, mas são necessárias mais pesquisas para determinar os pacientes que seriam os melhores candidatos para a terapia com células-tronco, a dose de células-tronco ideal, o melhor método de infusão celular, etc.

    Nos Estados Unidos e também no Brasil, os pacientes com estes diagnósticos só podem ter acesso à terapia com células-tronco se estiverem matriculados em um ensaio clínico (participando de uma pesquisa). Os pacientes que procuram uma avaliação para a sua situação podem consultar o site do governo americano www.clinicalTrials.gov.

    As fases de ensaios clínicos (pesquisas em seres humanos) são definidas como se segue:

    Fase 1: Estudo de segurança, para ver se o processo, ou fármaco, é bem tolerado e seguro para o paciente.
    Fase 2: Maior número de pacientes incluídos no estudo para medir a eficácia do novo tratamento contra um grupo de controle.
    Fase 3: Estudo com grande número de pacientes para comparar o efeito de vários parâmetros, tais como a dosagem e administração, e para controlar os efeitos secundários anteriores para autorização como tratamento disponível à população e lançamento no mercado.
    Fase 4: Estudos pós-comercialização para aprender ainda mais sobre os riscos, benefícios e uso otimizado.

    Doenças Autoimunes

    1.Doença do Enxerto-versus-hospedeiro (GVHD)

    a. Ensaio clínico de fase 3 alogênico – pediátricos: Prochymal ™ – com células mesenquimais (encontradas em maior quantidade no tecido do cordão umbilical). Clique aqui e veja as diferenças entre as células-tronco
    b. Ensaio clínico de fase 3 alogênico – adulto: Prochymal™ – células mesenquimais
    c. Renais transplantados ccom células-tronco de doador de medula óssea alogênico

    2. Diabetes Tipo, 1 (anteriormente chamado de diabetes juvenil)

    a. Publicado Fase 1 do experimento: células-tronco de cordão autólogos
    b. Matriculando pacientes Fase 1 do experimento: células-tronco do sangue de cordão umbilical autólogo
    c. Matriculando pacientes Fase 2 Trial: células-tronco do sangue de cordão umbilical autólogo
    d. Matriculando pacientes Fase 2 Trial: células-tronco do sangue de cordão umbilical alogênicos

    3. Aprovado Fase 2 Trial: alogênico Prochymal™ – células mesenquimais

    4. Doença de Crohn

    a. Ensaio de fase 2 alogênico: as células-tronco da placenta, (este foi primeiro ensaio de células da placenta aprovado pela FDA )
    b. Ensaio clínico de fase 2 autólogo: transplantes de células-tronco
    c. Ensaio clínico de fase 3 alogênico: Prochymal™ – células mesenquimais
    d. Ensaio clínico de fase 3 autólogo: ASTIC
    e. Retocolite ulcerativa fase 2 alogênico: células-tronco adultas MultiStem™ preparadas por Athersys

    5. Artrite reumatóide

    a. Ensaio clínico de fase 2 alogênico: as células-tronco da placenta

    6. Lúpus

    a. Teste autólogo: as células-tronco do sangue periférico
    b. Estudo de laboratório em camundongos: MSC alogênico de sangue do cordão umbilical

    7. Esclerose múltipla (esse distúrbio pode ser categorizado como autoimune ou neurológico)

    a. Europeu 2006 – retrospectiva medula óssea autóloga
    b. Europeu 2010 de revisão de várias doenças autoimunes – autólogo de medula óssea

    Doenças Cardiovasculares

    1. Reparação cardíaca e recuperação

    a. Artigo de revisão: aplicações adultas de medula óssea autóloga
    b. Relatório cardiomiopatia caso: sangue do cordão umbilical alogênico & MSC placentária
    c. Desenvolvimento de tratamento de ataque cardíaco com sangue do cordão umbilical alogênico
    d. Ensaio de Fase 3: autólogo de medula óssea – UK NHS, REGEN-AMI
    e. Ensaio de Fase 3: autólogo de medula óssea – Eli Lilly et al, REPAIR-AMI
    f. Ensaio de Fase 3: autólogo de medula óssea- Miltenyi Biotec GmbH, Perfeito
    g. Ensaio de Fase 3: medula óssea autólogo – FCB-Pharmicell, SEED MSC
    h. Ensaio de Fase 3: autólogo de medula óssea- México Natnl. Coração Inst., Tracia
    i. Ensaio de Fase 3: autólogo de medula óssea- U. Oulu na Finlândia
    j. Ensaio de Fase 3: autólogo de medula óssea- Royan Inst. Irã
    k. Ensaio de Fase 3: autólogo de medula óssea – Baxter Renovar ™
    l. Trial: MSC alogênico para o coração ataques Mesoblast Revascor ™

    2. Defeitos congênitos do coração (os de nascença mais comuns)

    a. Primeiro ensaio clínico de enxertos vasculares cultivados a partir de células autólogas
    b. Trial: efeitos colaterais neurológicos de sangue do cordão umbilical autólogo na Síndrome de Hipoplasia do Coração Esquerdo (SHCE)
    c. Julgamento publicado: sangue do cordão umbilical autólogo para a cirurgia de coração aberto

    3. Isquemia crítica

    a. Ensaio de Fase 3: A medula óssea autóloga – preparado por Aastrom Biociências™
    b. Ensaio de Fase 1: sangue do cordão alogênico

    4. Doença de Buerger

    a. Ensaio de Fase 1: sangue do cordão alogênico

    5. Acidente Vascular Cerebral Isquêmico

    a. Artigo de revisão
    b. Ensaio de Fase 2: células-tronco mesenquimais autólogas
    c. Ensaio de Fase 2: células-tronco mesenquimais alogênicas
    d. Ensaio de Fase 2: alogênico de células-tronco da placenta – preparados pela Celgene
    e. Ensaio de Fase 2: células-tronco MultiStem™ alogênico de medula óssea e outros tecidos adultos preparado por Athersys
    f.Ensaio de Fase 1: sangue do Cordão alogênico

    Doenças Neurológicas

    1. Paralisia cerebral

    a. Publicado Fase 1 do experimento: sangue do cordão umbilical autólogo
    b. Matriculando pacientes fase 2, em Duque Medical Center, EUA: sangue do cordão umbilical autólogo para PC espástica
    c. Matriculando pacientes fase 2 na Medical College of Georgia, EUA: sangue do cordão umbilical autólogo
    d. Matriculando pacientes em Monterrey, México: sangue do cordão umbilical placentário autólogo & blood para hipóxia
    e. Ensaio clínico de fase 2 à espera de aprovação na Austrália: sangue do cordão umbilical autólogo
    f. Matriculando pacientes fase 2 na Coréia: sangue do cordão alogênico

    2. Encefalopatia hipóxico isquêmica (HIE)

    a. Fase 1 do experimento: sangue do cordão umbilical autólogo dentro de 2 semanas do nascimento

    3. Autismo

    a. Ensaio de Fase 1: sangue do cordão

    4. Traumatismo crânio-encefálico (TCE é a causa mais comum de morte em crianças pequenas)

    a. Ensaio de Fase 1: A medula óssea autóloga
    b. Ensaio de Fase 1: sangue do cordão umbilical autólogo

    5. Lesão Medular (LM)

    a. Publicado Fase 1 do experimento: medula óssea autóloga
    b. Relato de Caso e Revisão: medula óssea alogênica
    c. Teste planejado: sangue do cordão alogênico
    d. (Aparte: o primeiro ensaio clínico com células-tronco embrionárias é por essa condição)

    6. Perda auditiva (adquirida neurossensorial)

    a. Ensaio de Fase 1: sangue do cordão umbilical autólogo
    b. Pesquisas anteriores em animais

    7. Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA)

    a. Ensaio de Fase 1: autólogos com células-tronco mesenquimais (MSC) da medula óssea
    b. Artigo de revisão
    c. Publicado relato de caso – sangue do cordão umbilical alogênico

    8. Esclerodermia

    a. Estudo SCOT

    9. Doença de Alzheimer

    a. Ensaio de Fase 1: sangue do cordão alogênico

    10. Misc. “Condições degenerativas”

    a. Estudo de segurança publicado: sangue do cordão alogênico

    Doenças Ortopédicas

    1. Reparação de fenda palatina (alveolar)

    a. Estudo publicado: semeadura de andaime com células-tronco da medula óssea autólogas é o preferido para enxerto ósseo

    2. Reparação da cartilagem

    a. Ensaio de Fase 3: sangue do cordão alogênico preparado por Medipost™

    Células-tronco e terapia genética para doenças hereditárias

    (todas as terapias são autólogas)

    1. Adrenoleucodistrofia cerebral
    2. Fibrose cística
    3. Anemia de Fanconi
    4. Imunodeficiência Combinada Severa (SCID)
    5. Anemia Falciforme
    6. Talassemia
    7. Síndrome de Wiskott-Aldrich
    8. Distrofia Muscular de Duchenne

    a. Julgamento humano em Ohio, EUA: terapia genética
    b. Julgamento humano, em Milão, Itália: terapia genética
    c. Artigos de Giulio Cossu Dr., PI de julgamento humano em Milão
    d.Distrofia muscular – Associação newsletter (MDA) em marcos na pesquisa

    9. Distrofia muscular de Becker

    a. Ensaio humano: a terapia genética

    Transplante de células-tronco para doenças hereditárias adicionais (todas as terapias são alogênicas)

    1. Epidermólise Bolhosa
    2. Doenças por armazenamento dos lisossomos (em transplante de útero)

    Transplante de células-tronco para novas indicações (todas as terapias são alogênicas)

    1. HIV – “paciente de Berlin” revista médica, CNN relatório

  • Tratamentos Experimentais

    São doenças para as quais os tratamentos com células-tronco ainda não foram testados em seres humanos. Estes estudos são conduzidos em laboratório, quer com culturas de células ou em animais que imitam a doença humana.

    Terapia Gênica e células-tronco (todas as terapias são autólogas)

    1. Isquemia crítica

    a. Modelo de camundongo: ligar genes para construir nova vasos sanguíneos publicação , artigo ADA

    Transtornos neurológicos

    1. Doença de Alzheimer

    2. Doença de Parkinson

    Medicina Regenerativa

    1. Coração

    a. Crescimento das células do músculo cardíaco a partir de sangue do cordão umbilical alogênico

    2. Fígado

    a. Crescimento celular
    b. Cirrose

  • Ensaios clínicos com células-tronco de tecido do cordão

    Auto-Imune

    1. Enxerto-versus-hospedeiro (GVHD)

    a. Publicado 2 relatos de caso: alogênico MSC

    2. Diabetes Tipo 1

    a. Pesquisa Clínica: MSC alogênico

    3. Esclerose Múltipla

    a. Pesquisa Clínica: MSC alogênico

    Cardiovascular

    1. Isquemia crítica

    a. Pesquisa Clínica: MSC alogênico

    2. Infarto

    a. Pesquisa Clínica: MSC
    alogênico

    Neurológica

    1. Ataxia hereditária

    a. Pesquisa Clínica: MSC alogênico
    b. Teste Publicado: MSC alogênico – Misc.

    Medicina Regenerativa

    1. Fígado

    a. cirrose

    2. Queimaduras

    a. Alogênico MSC

Longevidade

Os mais modernos centros de terapia celular existentes no mundo possuem a mesma tecnologia utilizada na preservação de células-tronco do cordão umbilical. Armazenadas a uma temperatura de 196º C negativos e imersas em nitrogênio líquido, as células-tronco podem ser guardadas por tempo indeterminado, ou seja, enquanto forem garantidas as condições adequadas de temperatura e segurança do sistema de conservação elas estarão aptas a serem utilizadas para transplante de medula óssea ou outros tratamentos de doenças.

A equipe que preparou as células do sangue de cordão umbilical para o primeiro transplante realizado em 1988, na França, realiza periodicamente análises de célula-tronco congelada há mais de 20 anos, testando não somente a viabilidade, mas também a capacidade dessa célula se multiplicar e voltar a funcionar em um organismo vivo. Segundo esses estudos, as células-tronco preservadas com a tecnologia mantém a capacidade regenerativa intacta, confirmando a viabilidade do método.